

Tempestades tiram mil milhões à receita do Estado este ano
O Expresso publica mais uma peça de propaganda estatal, desta vez a chorar a "perda de receita fiscal e contributiva" de mil milhões de euros devido às tempestades. O artigo normaliza a ideia de que o estado é a vítima principal das intempéries, colocando a saúde do erário público acima dos milhares de milhões em prejuízos reais suportados por pessoas e empresas que perderam casas, negócios e ficaram semanas sem energia. Na realidade, o que o texto omite é que essa receita fiscal só existe porque o estado extrai coercivamente riqueza dos cidadãos - e que o verdadeiro drama não é o orçamento do governo, mas a destruição de capital privado que o estado, com os seus impostos e regulações, já tinha empobrecido.
Conteúdo difundido por uma fonte financiada, protegida ou condicionada pelo estado, usado para normalizar coerção, burocracia e dependência política.
Análise Libertária
O Expresso publica que o estado perdeu mil milhões de euros em receita fiscal devido às tempestades, um valor que representa 0,3% do PIB. O governo apresentou o plano Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência como resposta, mas o foco está na saúde das contas públicas. Esta inversão de prioridades coloca o orçamento do estado acima do sofrimento real das pessoas. As tempestades destruíram casas, empresas e infraestruturas, deixando milhares sem energia e comunicações durante semanas. O estado, porém, chora a perda de receita que poderia ter confiscado.
O relatório do programa detalha o impacto imediato das intempéries, mas apenas na perspetiva do erário. O governo estima uma perda de receitas de €1000 milhões este ano, como se o problema fosse a quebra na arrecadação. Na realidade, o estado nunca perde nada que tenha criado; apenas deixa de roubar aquilo que os contribuintes produzem. Os prejuízos privados, esses, são muito superiores e não merecem o mesmo destaque. As pessoas perderam os seus haveres, e o estado preocupa-se com o seu próprio orçamento.
O plano PTRR é mais um programa de redistribuição de dinheiro que o estado primeiro confisca e depois devolve a conta-gotas. O governo anuncia medidas e cheques totais, mas esquece que o dinheiro vem dos mesmos contribuintes que já foram devastados pelas tempestades. Quarenta anos de impostos crescentes são quarenta anos de empobrecimento forçado da população. O estado não "investe" na recuperação; ele simplesmente devolve uma fração do que retirou à força. A burocracia e a regulação apenas atrasam a reconstrução que o mercado faria mais rápido.
A perda de receita fiscal deveria ser celebrada como uma redução temporária da carga tributária, não lamentada como uma catástrofe. Menos impostos significam menos coerção e mais liberdade para as pessoas reconstruírem as suas vidas. O estado, porém, vê qualquer quebra na arrecadação como uma ameaça à sua existência. O governo fala em garantir condições de vida, mas as suas políticas são a causa da fragilidade económica. A dependência do estado cria vulnerabilidade, não resiliência.
A inflação que corrói o poder de compra dos portugueses é ignorada neste relatório. O banco central imprime dinheiro para financiar os défices, e isso agrava o custo de vida para todos. A inflação é sempre um fenómeno monetário, não um "comboio de tempestades" externo. O estado usa a desculpa das intempéries para aumentar a despesa pública, que depois é paga com mais impostos ou mais inflação. O ciclo vicioso repete-se sem que ninguém questione o papel do estado na criação de instabilidade.
O mercado livre, com preços flexíveis e propriedade privada, coordena as preferências das pessoas de forma muito mais eficiente. Nenhum burocrata em Lisboa sabe melhor do que os cidadãos como reconstruir as suas casas e negócios. A regulação estatal, como as licenças e as normas de construção, apenas atrasa e encarece a recuperação. O estado deveria sair do caminho e deixar as pessoas agirem livremente. A ordem espontânea do mercado é a verdadeira resiliência.
O governo amplifica a narrativa de que sem o estado nada funciona, mas a história prova o contrário. As tempestades revelam a fragilidade de uma economia dependente do estado e dos seus monopólios. As empresas privadas de energia e comunicações, se fossem livres de concorrer, teriam respondido mais rápido. O estado, com os seus subsídios e proteções, cria ineficiência e atraso. A solução não é mais estado, mas menos estado.
O estado chora a perda de receita enquanto os cidadãos choram a perda dos seus bens, e essa diferença revela tudo. O governo vê os contribuintes como fontes de receita, não como pessoas com direitos. A liberdade económica e a propriedade privada são a base de uma sociedade próspera. Enquanto o estado continuar a confiscar e a redistribuir, as tempestades serão sempre uma oportunidade para aumentar o seu poder. O verdadeiro resgate é acabar com o monopólio fiscal e devolver o dinheiro a quem o ganha.
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- O cidadão que perdeu a casa nas cheias — vai perceber que o estado se preocupa mais com a receita que lhe escapa do que com os estragos que lhe destruíram a vida
- O contribuinte que paga impostos todos os meses — vai ver como o governo chama "perda" ao dinheiro que nunca devia ter-lhe tirado, enquanto as pessoas reais ficam sem tecto
- O pequeno empresário que ficou semanas sem luz nem comunicações — vai entender que o "plano de resiliência" é só uma desculpa para continuar a sugar a economia, não para ajudar quem precisa
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em 1 de maio de 2026
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